Há anos a Sony vai mal das pernas financeiramente, mas há uma luz no fim do túnel: o PS4. O console da empresa continua sendo um sucesso absoluto de vendas, segundo o relatório trimestral mais recente da japonesa, ajudando-a a ter um pouco menos de prejuízo. No total, a Sony perdeu US$ 762 milhões nos últimos três meses.
A divisão de
games
da empresa gerou receitas de cerca de US$ 2,8 bilhões, um salto de 83% em relação ao que foi observado no ano passado. O cálculo inclui as vendas de PS3 e jogos para ambas as plataformas, mas o salto significativo se deve ao sucesso das vendas do PS4.
Graças a este desempenho positivo, a área de games da Sony conseguiu fechar no azul, com lucro de cerca de US$ 200 milhões. Segundo a Sony, foram vendidas 3,3 milhões de unidades do PS4 nos últimos três meses, enquanto a principal concorrente, a Microsoft, vendeu apenas 2,4 milhões de consoles, contabilizando o Xbox 360 e o Xbox One juntos.
As boas notícias param por aí. A divisão de smartphones é um problema, gerando US$ 1,5 bilhão em prejuízo, embora as vendas tenham aumentado um pouco em relação ao mesmo período de 2013. Como consequência dos resultados ruins, o chefe da divisão de mobilidade da Sony, Kunimasa Suzuki, foi demitido e substituído pelo vice-presidente Hiroki Totoki.
Após uma longa jornada pelos cinemas do mundo todo, a franquia de jogos de terror Resident Evil será transformada em seriado televisivo.
O programa será produzido pela Constantin Film, segundo informou a Variety, e só começará a ser exibido após a estreia do último filme, que ainda está em pré-produção.
Até agora já existem mais de 20 edições do game, contando com algumas especiais. Também há cinco filmes (serão seis com o lançamento do próximo), que começaram a chegar aos cinemas em 2002.
O governo húngaro desistiu de aplicar uma taxa aos provedores de internet do país que previa a cobrança de algo em torno de US$ 0,62 a cada gigabyte transferido pela rede. A decisão veio em resposta a manifestações que levaram milhares de pessoas às ruas da capital, Budapeste, durante a semana.
Em um comunicado feito por rádio nesta sexta-feira, 31, o primeiro ministro Viktor Orban declarou que embora a proposta tenha sido retirada, entrará em discussão em janeiro de 2015 uma forma de cobrar imposto sobre o dinheiro ganho online.
"Este imposto, em seu formato atual, não pode ser introduzido porque o governo queria aumentar as taxas de telecomunicações, mas as pessoas viram [isso] como uma taxa de internet", declarou Orban, conforme reporta a Reuters.
Ele acrescentou ainda que, se as pessoas não apenas desaprovam algo, mas também consideram que não há motivos para fazê-lo, então não se deve continuar. "O código do imposto deve ser modificado", comentou. "Ele deve ser retirado e não teremos de lidar com isso agora."
Vários Jedi, um desbravador de templos e uma parceria entre um cachorro e coelho: diretamente do túnel do tempo, o site GOG.com abriu hoje a venda de seis títulos da falecida LucasArts em sua estande virtual. A seleção está incluindo Sam & Max Hit The Road e Indiana Jones And The Fate of Atlantis, oferecendo preços entre US$ 5,99 e US$ 9,99 para saborear essa pequena volta ao passado.
Confira abaixo a relação de jogos disponíveis na loja e os respectivos preços.
Se as armas feitas em impressoras 3D não te assustam por serem de plástico, é melhor repensar. Uma empresa chamado Solid Concepts revelou sua segunda arma de metal totalmente feita com impressão em três dimensões, com o nome Reason.
Tanto este modelo quanto o primeiro, chamado de 1911, foram feitos com um tipo de metal em pó que é derretido para dar formato à arma. Comparando o resultado final em ambos os casos, fica claro que a tecnologia da empresa, adquirida pela Stratasys, evoluiu.
No ano passado, Kent Firestone, vice-presidente da Solid Concepts, disse que o conceito foi feito para provar que a tecnologia de impressão em 3D com metal já está avançada ao ponto de criar um produto refinado e sofisticado como uma arma. “Se um consumidor precisar de alguma peça única de uma arma em 5 dias, nós podemos entregá-la”, afirma.
Como dito anteriormente, armas de plástico funcionais já são uma realidade, mas são pouco confiáveis e podem explodir na mão do usuário a qualquer momento. No entanto, utilizando metal a construção é muito mais sólida e segura. Na verdade, o modelo original da 1911, a primeira arma criada pela Solid Concepts já foi disparada mais de 5 mil vezes.
A arma original era vendida pela bagatela de US$ 11,9 mil, mas a empresa ainda não colocou um valor na Reason, que possui um trecho da declaração de independência dos Estados Unidos na lateral.
O 4K (ou Ultra HD) é mesmo uma resoluçao impressionante — só pensar em 3840 x 2160 pixels ou algo com quatro vezes mais elementos que o Full HD em uma única tela já é algo assustador.
E é curioso como, ao mesmo tempo, essa tecnologia está perto e longe dos consumidores: enquanto uma série de smartphones no mercado (sem contar câmeras e filmadoras mais especializadas) já gravam vídeos em 4K, televisores que suportem o formato ainda são escassos ou, por conta do preço, artigo de luxo e para poucos.
Ainda assim, pode ser um bom negócio começar agora mesmo a fazer gravações em 4K, caso você tenha essa oportunidade, seja para uso profissional ou aproveitamento desse conteúdo no futuro. Abaixo, você confere o porquê.
Nos mínimos detalhes
Muita gente não consegue acreditar que o 4K é uma resolução quatro vezes maior que o Full HD — e elas podem até estar certas. É preciso notar que "maior" é quantidade em pixels, o que não é traduzido necessariamente em qualidade. Sem contar que são vários os fatores que influenciam além dessa tecnologia: as configurações da televisão, a iluminação do ambiente e até a qualidade da visão da própria pessoa.
Ainda assim, em testes comparativos, são muitas as pessoas que conseguem apontar a diferença entre o Full HD e o Ultra HD. Além disso, o espaço deixa cada vez mais de ser um problema: cartões de memória com mais capacidade e o amazenamento na nuvem só crescem, o que significa que até algumas gravações de maior duração podem ser guardadas em algum dispositivo.
Melhores cores mesmo após conversão
Pode parecer esquisito, mas é verdade: um conteúdo em 4K que é reduzido para reprodução em 1080p tem uma qualidade melhor do que uma gravação nativa neste mesmo Full HD.
O segredo está no processo de transporte de cores de uma resolução para outra, o chamado chroma subsampling. De forma extremamente resumida, quando isso ocorre durante a conversão, cada pixel resultante continua carregando o mesmo "valor" de cores de antes (sample 4:4:4, contra 4:2:0 em outros casos). Ou seja, há muito mais cores captadas pelo 4K, que fazem a diferença mesmo após a redução.
Preservação de memória
Se você tem algumas fitas VHS com gravações caseiras da infância, sabe que a qualidade não é das melhores. A imagem provavelmente está granulada e com falhas e o som é todo cortado, isso se ela tiver sobrevivido até 2014. A questão da durabilidade de uma tecnologia e da "sobrevivência" de materiais é importante: quem gostaria de perder memórias porque a mídia em que ela estava armazenada ficou obsoleta?
Gravar hoje em 4K faz com que o conteúdo capturado tenha uma durabilidade bastante considerável. Como essa resolução ainda não é o padrão da maioria dos dispositivos, vai demorar alguns anos até que ela seja padronizada e muitos outros até que ela seja considerada de má qualidade — se é que isso vai acontecer algum dia. As mídias também tendem a melhorar (sem contar o armazenamento em nuvem), o que significa que perder conteúdos é algo cada vez mais raro.
Por isso, mesmo que você não assista às suas produções hoje em uma tela 4K, em breve isso deve ser possível e, caso o conteúdo não esteja na melhor qualidade, esse formato pode fazer falta no futuro.
Mais fácil de alterar
Quem trabalha com edição de vídeo ou pretende modificar o conteúdo gravado também tem a se beneficiar do formato. Como há uma quantidade absurda de informações processadas na imagem em 4K (quatro vezes mais que ), isso também amplia as possibilidades de alterações. O vídeo abaixo, feito para promover uma câmera da
Panasonic
, explica bem esse caso.
Cortes e efeito de zoom na tela (para modificar o enquadramento de uma cena, por exemplo) podem ser feitos mais facilmente e sem comprometer a qualidade de todo o trabalho, já que há uma quantidade bastante considerável de pixels para serem corrigidos ou manipulados. Efeitos como estabilização de imagem e câmera lenta também podem ser aplicados com um resultado muito melhor. Imprimir frames gravados em 4K também garante um retrato aprimorado.
Angariando 51,63% dos votos no segundo turno das eleições de 2014, a presidenta Dilma Rousseff foi reeleita na tarde deste domingo (26). A notícia de que o Partido dos Trabalhadores (PT) continuará no governo federal por mais quatro anos revoltou alguns internautas e causou uma onda de publicações preconceituosas emredes sociais como Facebook e Twitter. Os estados do Norte e Nordeste do país foram os principais alvos dos internautas.
Para entender o caso, é necessário observar antes de tudo que essas duas regiões foram de máxima importância para a vitória da candidata petista. De acordo com informações oficiais, 71,69% da massa eleitoral do Nordeste votou em Dilma, enquanto apenas 28,31% votou em Aécio Neves. A situação no Norte foi parecida: 58,9% dos cidadãos decidiram reeleger a presidenta, enquanto 41,1% se mostrou favorável ao político tucano.
Com isso, aqueles que ficaram insatisfeitos com os resultados das eleições achou viável colocar a culpa no povo nordestino, espalhando mensagens de ódio e publicações discriminatórias na rede. Conforme explicamos neste artigo dedicado, o preconceito manifestado em ambientes virtuais pode sim ser punido de acordo com a lei brasileira, mas somente se for possível comprovar que aquela demonstração momentânea de ódio faz parte de uma convicção do indivíduo.
Para alguns consumidores a espera foi muito mais longa do que se imaginava, mas ao que tudo indica estamos bem próximos de receber os novos iPhones 6 e 6 Plus no mercado brasileiro. Os dois aparelhos já foram homologados pela Anatel e estão autorizados a serem comercializados por aqui. Mas você sabe que isso não basta, pois a Apple precisa enviar os aparelhos para o nosso mercado.
E segundo fontes ligadas ao site MacMagazine isso está bem perto de acontecer. A publicação afirma que os aparelhos começarão a ser vendidos em lojas brasileiras a partir do dia 14 de novembro — uma sexta-feira que antecede o feriado da Proclamação da República. Ou seja, em pouco mais de duas semanas é possível que os novos iPhones estejam disponíveis no mercado, de uma vez por todas.
Quanto aos preços, ainda não houve nenhuma confirmação oficial por parte da fabricante. Mesmo assim, os valores que vinham sendo cogitados nas últimas semanas devem ser mesmo confirmados. Isso significa que os aparelhos mais simples da nova safra de smartphones — ou seja, os iPhones 6 de 16 GB — devem custar R$ 3.199. Os valores podem chegar a até R$ 4.399 para os iPhones 6 Plus de 128 GB.
A adoção do nome Microsoft Lumiapara os aparelhos produzidos pela Nokianão pegou muitas pessoas de surpresa. Depois daaquisiçãoda divisão de dispositivos móveis da companhia finlandesa, era natural que aMicrosoft, em algum momento, deixasse de usar esse nome e incutisse sua própria identidade na linha de aparelhos.
Porém, pode ser que o nome “Nokia” não seja enterrado definitivamente e, em um futuro distante, o título reapareça no mercado nomeandooutros dispositivos. Essa suposição ficou implícita em uma conferência, transcrita pelo site Seeking Alpha, sobre os resultados financeiros da finlandesa no terceiro trimestre.
O que Dilma fez mal feito, fez menos que o prometido, fez quase nada ou simplesmente não fez
Nada menos que 100% das obras do Minha Casa Minha Vida apresentam falhas; uma em cada quatro obras do PAC 1 segue inacabada; apenas 1% do prometido foi entregue ao plano de modernização da Conab; e nenhuma Unidade de Conservação da Amazônia foi criada.
Quando de sua eleição, Dilma Rousseff costumava ser chamada da parte dos mais próximos pelo apelido de “Gerentona”. Contudo, a presidente chega ao final do seu mandato frustrando boa parte daqueles que confiaram a ela um voto de fé na sua habilidade para tocar obras de infraestrutura. Abaixo, segue uma lista de projetos os quais sua gestão não foi capaz de apresentar bons resultados.
O Programa Minha Casa Minha Vida foi recentemente vistoriado pelo Tribunal de Contas da União, que encontrou falha em 100% das obras. São problemas estruturais que, segundo a avaliação, “dificultam ou mesmo inviabilizam o uso pleno da moradia pelo beneficiário”, colocando em risco a segurança dos moradores.
Em Lajes (RN), vazamentos hidráulicos e ligações clandestinas de energia. Na baiana Irará, buracos nas paredes de sustentação das lajes. Em Jatobá (MA), instalações elétricas em situação precária. O TCU visitou dez municípios nos Estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte. Ao todo, foram inspecionadas 416 casas.
As unidades de pronto atendimento (UPAs 24 horas), programa vinculado ao Ministério da Saúde, também não escaparam da estrutura precária. São trincas nas paredes, infiltrações e até mesmo problemas com a lei.
Os auditores encontraram quatro situações em que as unidades sequer tinham o “habite-se”, documento que autoriza o funcionamento do local. “A ausência de habite-se configura descumprimento à legislação municipal (…) e impossibilita a confirmação se essas unidades foram construídas conforme as exigências técnico-legais necessárias”, informa o relatório do tribunal.
Como se não bastasse a precariedade de suas obras, Dilma também mostra-se ineficiente para finalizar os projetos iniciados. A presidente segue lançando PACs mesmo com a existência de diversas pendências nos programas anteriores. Do PAC 1, lançado em 2007 durante a administração de Lula, o governo ainda tenta concluir 1/4 das obras mais relevantes.
Levantamento feito pela Folha com base no balanço oficial dos primeiros quatros meses de execução do programa, mostra que dos 101 projetos destacados pelo Planalto como mais importantes, 27 não foram concluídos e 4 foram abandonados. (…) Segundo o documento do governo, todas as obras do PAC 1 consideradas relevantes deveriam estar prontas ou em operação em 2014. Nessa lista, estão grandes projetos, como a usina hidrelétrica de Belo Monte, a transposição do Rio São Francisco e a refinaria Abreu e Lima (em Pernambuco), todos ainda em andamento.
Outro projeto lançado com alarde que praticamente não saiu do lugar foi o plano de modernização e ampliação de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Dos R$ 500 milhões previstos para a contratação de projetos e obras de construção e reforma de 90 armazéns entre 2014 e 2015, o Tesouro Nacional liberou somente R$ 1,5 milhão, ou menos de 1% dos R$ 225 milhões previstos para este ano, conforme dados do Orçamento federal.
O meio ambiente também tem sofrido na gestão de Dilma. Além de não ter criado novas unidades de Conservação na Amazônia, algo que não acontece desde a ditadura militar, o governo ainda diminuiu o território delas.
O governo de Dilma Rousseff reduziu o território de unidades existentes para acomodar projetos de hidrelétricas, deixando cinco delas, na região do Rio Tapajós (PA), com menos áreas do que tinham antes. Para piorar, a petista tem baixo desempenho na consolidação das UCs já criadas. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi o que mais criou UCs desde o regime militar. No primeiro mandato, ele fez 21 novas UCs, e no segundo criou outras 60, somando 81 novas áreas protegidas.
O brasileiro, em média, está bem longe de ter o poder aquisitivo do americano, por exemplo. Por isso, as empresas têm de se virar para se adequar ao mercado nacional, gerando uma tendência interessante e muito clara no mercado de smartphones: a briga pelo oferecimento do smartphone mais barato e com um desempenho que seja aceitável pelo valor pago.
Por anos a Samsung reinou neste ramo, seguida de perto pela LG. Não havia muito limite de preço; os aparelhos eram ridiculamente baratos. Galaxy Ace, Galaxy Y e outros modelos parecidos inundaram o mercado brasileiro em pouco tempo. No entanto, também não havia tanta preocupação em oferecer uma experiência aceitável de uso, nem preocupação com atualização de software. Há aparelhos em uso até hoje que estão presos no Android 2.3 (Gingerbread).
No entanto, o mercado mudou nos últimos tempos, sentindo a pressão também doWindows Phone neste mercado, mas seguindo dominante com o Android, embora com outros protagonistas.
A Nokia fez um trabalho muito bom com o Lumia 520, escondendo as limitações de hardware que determinavam a faixa de preço dos R$ 500 (na época do lançamento). Não à toa, recentemente o Windows Phone, longe de ser o sistema mais popular do mundo, chegou a superar a venda de iPhones, que, no mercado global, dominam com folga a segunda posição como sistema operacional mais popular no mundo.
Agora sob o nome da Microsoft, a empresa lança o Lumia 530 que já chega ao mercado custando menos que seu antecessor no lançamento: R$ 400, sem contar possíveis promoções de varejistas que devem levar esse preço ainda mais para baixo. Se a tendência se repetir, é muito provável que o Windows Phone veja outro salto no mercado. O Lumia 630, pelo valor de R$ 600, também deve ter bons resultados entre aqueles que procuram um pouco mais de qualidade.
Mas como dito, o Android sempre foi rei na área de aparelhos baratos, e deve continuar sendo por um bom tempo, por mais que a Microsoft tente “partir para cima”. Isso porque não é só a Nokia que está investindo de forma inteligente no mercado de baixo custo. A Motorola se tornou referência nesta área com a linha Moto, principalmente com o Moto G.
A empresa americana, cujo grande estouro no mercado nacional realmente havia sido o clássico V3, ainda na era dos celulares comuns, entrou chutando a porta ao revelar o Moto G, sucesso instantâneo. Logo o smartphone se tornou o mais vendido da história da empresa e hoje você não pode mais sair na rua sem ver alguém empunhando um celular do tipo. Antes disso, a empresa até tinha aparelhos como o Razr D1 e o Razr D3 que tentavam atender a esta demanda mas nem de longe tinham a mesma qualidade e o sucesso comercial.
Vendo o sucesso, a empresa decidiu radicalizar ainda mais lançando o Moto E, ainda mais barato. O aparelho, no entanto, não parece ter tido tanto sucesso quanto o G, até pelo fato de que a diferença de preço é pequena demais; acaba valendo mais apenas comprar o Moto G.
Mesmo assim, estes parecem ser os grandes competidores nesta área. Já Samsung e LG, que já foram referências de aparelhos baratos, continuam lançando aparelhos para todos os gostos (todos mesmo), mas sem o mesmo destaque e nem de longe o mesmo impacto que um Moto G.
Recentemente, a Samsung lançou o S5 mini que possui, de fato, alguns recursos a mais, mas está longe de ser um intermediário de peso com o preço sugerido de R$ 1,5 mil, um absurdo quando considerado o que outras empresas têm feito no mercado. Já a LG recentemente atualizou a sua linha de aparelhos de baixo custo com algumas opções interessantes, que podem ter algum impacto no mercado. A empresa até tem um celular de R$ 400 no mercado, mas com uma telinha de 3,2 polegadas, que gera uma experiência bastante ruim, embora ele já saia de fábrica com o Android 4.4 (KitKat), um ponto positivo.
Abaixo estão os principais celulares de até R$ 650. Não se deixe enganar, no entanto: por mais que alguns processadores tenham quatro núcleos, eles tem desempenho entre baixo e médio. Veja:
Lumia 530 (R$ 400)
Windows Phone 8.1, processador Snapdragon 200 quad-core de 1,2 GHz, 512 MB de RAM, tela LCD de 4 polegadas com resolução 854 x 480 e câmera de 5 megapixels. O espaço de armazenamento de 4GB chega a 128GB com microSD.
Moto E (R$ 530)
Android 4.4 (KitKat), chip Snapdragon 200 de dois núcleos com clock de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,3 polegadas com resolução 960x540, e 4 GB de armazenamento interno, com slot para cartão microSD de até 32 GB. Câmera de 5 megapixels.
Lumia 630 (R$ (600)
Windows Phone 8.1, processador quad-core Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 512 MB de memória RAM, tela de 4,5 polegadas com resolução 854 x 480, 8 GB de armazenamento interno e slot para cartão MicroSD de até 128 GB. A câmera traseira tem 5 megapixels. Possui conectividade 4G.
LG L65 (R$ 600)
Android 4.4 (KitKat), processador Snapdragon 200 dual-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,3 polegadas e câmera de 5 megapixels. São 4 GB de armazenamento interno com slot para cartão microSD.
Moto G (R$ 650)
Android 4.4 (KitKat), processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,5 polegadas com resolução HD, e câmera de 5 megapixels. A partir de 8 GB de armazenamento sem slot para cartão microSD. Há um modelo com espaço para cartão de memória que também tem conectividade 4G, mas ele sai por R$ 800.
Na terça-feira, 9, enquanto a Apple exibia seus novos celulares e até um relógio, a Intel fazia outro tipo de anúncio. Em parceria com o físico Stephen Hawking, a companhia mostrou uma cadeira de rodas inteligente.
Portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), Hawking tem mobilidade reduzida e dependeu de cadeiras de rodas especiais a maior parte de sua vida. Trabalhando há cerca de uma década em parceria com a Intel, ele resolveu apresentar o novo protótipo da empresa.
Desenvolvida pelo departamento de "internet das coisas" da companhia, a cadeira de rodas recolhe e analisa informações biométricas do usuário, que são exibidas em telas sensíveis ao toque.
Ela é capaz de fazer um acompanhamento da saúde da pessoa com medidores de temperatura corporal, batimentos cardíacos e pressão sanguínea. Isso tudo além, claro, de informar o status da cadeira enquanto máquina.
Com a cadeira da Intel, o usuário consegue analisar rapidamente as condições de acessibilidade do local onde está.
Segundo a associação, as operadoras não podem alterar unilateralmente contratos de consumidores que já possuem planos de franquia que garantem a continuidade do serviço, mesmo que com velocidade reduzida. “Os consumidores não são obrigados a aceitar as alterações das condições da prestação de serviço e as empresas são obrigadas a manter o contrato em vigor. O Código de Defesa do Consumidor proíbe a alteração unilateral do contrato”, afirma a Proteste.
“A estratégia de cortar a conexão se não houver a contratação de novo pacote de dados representa a penalização dos consumidores de menor renda, e o Ministério das Comunicações não poderia fazer vista grossa para o caminho desviado da universalização e modicidade tarifária que a banda larga vem trilhando", critica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação.
A partir do mês que vem, clientes pré-pagos da Vivo de Minas Gerais e Rio Grande do Sul serão afetados pela mudança. Quem atingir a cota mensal e quiser continuar navegando terá que contratar um pacote adicional de 50 MB por R$ 2,99 com validade de sete dias. As outras operadoras também estudam planos semelhantes, embora a Tim tenha garantido aoOlhar Digital que não planeja reajustes por enquanto.
“Para as empresas, a nova estratégia de mercado é muito cômoda; cobram mais e dessa forma menos pessoas vão utilizar as redes, o que representa um estímulo ao não investimento”, conclui a associação.
Já que as estatísticas oficiais ainda não foram levantadas, o Ars Technica fez uma estimativa comparativa de vendas entre o PlayStation 4 e o Xbox One. Antes de mais nada, é válido mencionar que esse trabalho é um tanto quanto complicado, pois as informações veiculadas pelas fabricantes até o momento não são muito precisas.
De acordo com a publicação do site, o maior problema está nos dados apresentados pela Microsoft, que reúne em seus indicadores não só as unidades comercializadas aos consumidores finais (o que seria o ideal), mas também inclui as quantidades enviadas às lojas e acrescenta os valores referentes ao Xbox 360.
Para superar esses empecilhos, por exemplo, o Ars Technica baseou seus cálculos na redução de aproximadamente um terço nas vendas do X360 na comparação de 2013 para 2014 e considerou uma parte dos números de distribuição do Xbox One.
poeira da polêmica sobre os iPhones dobráveis parecia ter assentado, mas um novo caso voltou a movimentar a internet. O empresário Phillip Lechter afirma que o seu modelo (que é o tradicional) dobrou enquanto estava em seu bolso, pegou fogo e causou queimaduras.
Lechter estava com a esposa e o filho caçula em um ecotáxi (ou pedicab, que são bancos para passageiros puxados por um motorista em uma bicicleta) quando o veículo quase sofreu um pequeno acidente e tombou parcialmente para o lado. O rapaz foi pressionado contra a lateral da cabine, mas não chegou a se ferir — até que sentiu o aumento repentino de temperatura na perna.
Após sair do veículo, Lechter notou que o iPhone 6, que ele havia comprado havia menos de um mês, tinha pegado fogo após dobrar. A calça jeans e a roupa de baixo do empresário ficaram inutilizadas no ponto de contato com o celular. O resultado? Uma queimadura de segundo grau de 11,5 x 10,5 cm na perna com queimaduras de primeiro grau cercando a área, além de um ferimento parecido na região do quadril (feito na hora de remover o aparelho).
Uma testemunha jogou água e gelo de um copo no iPhone para diminuir o fogo e outra queimou os dedos por tentar pegar o smartphone sem proteção — Lechter usava uma capa de couro para proteger o aparelho. Ele afirma que o iPhone não dobrou tanto quanto mostram as fotos: boa parte do movimento foi produzido após o incêndio, sendo que o vidro e o painel traseiro chegaram até a se separar, facilitando a curvatura.
O rapaz postou o relato e algumas fotos em seu blog, mas não afirmou se vai esperar algum posicionamento da Apple.
Nesta semana, a Microsoft anunciou finalmente o abandono da marca Nokia em seus smartphones que, a partir de agora, carregarão o termo "Microsoft Lumia". A empresa já até divulgou uma prévia de como os aparelhos deverão chegar ao mercado.
Aproveitando o clima de nostalgia, o Phone Arena elaborou uma lista com alguns dos smartphones mais esquisitos já lançados pela Nokia. Confira: 1) Nokia 3650
Em 2003 a falta de espaço na parte da frente dos celulares era um problema sério, já que demandava botões para todas as funções que hoje são centralizadas no touchscreen. Curiosa é a disposição dos números, em círculo, lembrando um antigo telefone de disco. A resolução da tela era de 176 x 208 pixels. 2) Nokia 7600
O 7600 certamente tinha um design ousado, mas não era particularmente atraente. Apesar de possuir capinhas intercambiáveis (aqui, na foto, uma que imita couro), ele precisava sempre de duas mãos para ser utilizado e era bastante largo, além de ter especificações inferiores a smartphones com preço similar na época.
3) N-Gage
O N-Gage foi uma tentativa da Nokia de mostrar que era possível criar um videogame portátil e um celular ao mesmo tempo, que fosse bom para as duas coisas. Na semana de lançamento, no entanto, o Gameboy Advance, da Nintendo (que não possuía funcionalidades de celular), vendeu 100 vezes mais que o concorrente da Nokia. Isso, somado ao fato de que para falar ao celular era necessário segurá-lo de lado no rosto, com a parte mais fina (o que a Nokia chamava de Sidetalk), contribuiu para seu fracasso.
4) Nokia 7710
Segundo o Phone Arena, o Nokia 7710 foi o primeiro smartphone do mundo capaz de ser utilizado como GPS (embora o módulo precisasse acoplado externamente). Com tela de 3,5 polegadas e resolução de 640x320, este foi o primeiro modelo touchscreen da Nokia, vendido em 2004.
5) Nokia N93 i
O Nokia N93 i apresentava câmera lateral e "cara" de telefone de flip, mas sua tela poderia ser girada, dando aparência de filmadora portátil. A câmera tinha sensor de 3,2MP para fotos, mas os vídeos eram feitos a uma resolução de, no máximo, 640x480 @30 fps.
6) Nokia 7280
Idealizado como um telefone simples e elegante, o Nokia 7280 oferecia teclado numérico. Mas sua utilização não era tão prática assim, pois exigia que se escolhesse números e letras individualmente ao digitar um número de telefone ou uma mensagem.
7) Nokia 5700 XpressMusic
Em mais uma tentativa de resolver o problema crônico de espaço na era pré-touchscreen, a Nokia decidiu colocar botões específicos para o controle da música na parte de trás do celular e tornar a parte de baixo rotativa, trocando estes botões pelas letras e números do teclado convencional.
8) Nokia N91
Andando na mesma linha da economia de espaço, o Nokia N91 não girava, mas escondia seu teclado numérico atrás de seus botões para controle do player de música.
9) Nokia Twist 7705
Embora a Nokia não tenha sido a única a tentar um celular quadrado, com com o "twist", que escondia um teclado QWERTY, a companhia foi a primeira a usar um celular com um buraco no eixo de rotação. Uma luz brilhava ao receber ligações, e o aparelho era pequeno para a época (6,8 x 6,8 cm), mas isso não o ajudou a obter sucesso de vendas.