O Galaxy Note Edge, novo phablet da Samsung apresentado em setembro, ganhou os holofotes por ter tela de 5,6 polegadas curva. Apesar de só chegar nas lojas dos Estados Unidos amanhã, 14, alguns sites especializados já tiveram acesso ao aparelho e deram suas primeiras impressões.
No geral, a tela é obviamente a característica mais comentada. Para o Gizmodo, é um "experimento interessante" e como "se alguém deixasse o Salvador Dalí sozinho em um quarto com o Galaxy S4". Contudo, apesar da inovação na curvatura do lado direito da tela, ele não é um atributo tão útil assim.
No canto curvado, o usuário pode personalizar um menu rápido de aplicativos, mensagens, temperatura, horário ou notificações que ocupem apenas uma linha. Tratam-se de atalhos comuns, mas, ao mesmo tempo, que não valem um investimento de US$ 200 a mais do que um Galaxy Note 4 normal, segundo o Business Insider.
Além disso, para colocar apps na barra lateral, é preciso instalá-los a partir da Samsung App Store, "e não do Google Play, onde a maioria dos usuários baixa aplicativos", explica o Business Insider.
Outra queixa é a necessidade de usar o smartphone na horinzotal para ver certas opções e ter que que "esfregar" o dedo para cima e baixo na borda. "É como se a Samsung não considerasse a vida real ou contexto. Você pode se imaginar sentando em uma mesa de conferências e lentamente, acaraciar seu telefone para trás para verificar a tempetura ou se você tem chamadas não atendidas?", critica o BGR.
Por fim, o Mashable ainda lembra que a curvatura lateral ajuda não só tirar a assimetria do telefone, mas acaba com "o centro de gravidade" do usuário, já que a pegada do aparelho passa a ser diferente.
No que diz respeito ao hardware do Edge, os sites entram no consenso de que ele é praticamente igual ao seu antecessor, seja nos atributos ou na performance. O phablet possui Android KitKat 4.4, processador quad-core com clock de 2,7GHz e 3GB de memória RAM, 32GB de armazenamento interno (expansível em até 64GB com microSD) e bateria de 3.000 mAh. Já as câmeras traseira e frontal têm, respectivamente, 16 e 3,7 megapixels.
"É basicamente um Galaxy Note 4. A melhor parte do Note Edge é que ele é baseado em um telefone que já é ótimo. Ele ainda tem (...) ferramentas multitarefa impressionantes que fazem telas grandes fazer sentido. Quase tudo o que eu gostei no Note 4 ainda está lá", defende o jornalista do Gizmodo.
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